ESG e o fortalecimento de comunidades tradicionais
September 23, 2023

Visita do Presidente da Ford Foundation, Darren Walker, ao Quilombo Kalunga - GO
A preservação ambiental e a sustentabilidade são temas importantes para as práticas ESG (Environmental, Social and Governance).
O quilombo Kalunga em Goiás é um exemplo de como as comunidades tradicionais podem contribuir para a preservação ambiental e a sustentabilidade.
A comunidade Kalunga é uma das áreas mais preservadas em todo o bioma do cerrado e foi reconhecida pelo Programa Ambiental das Nações Unidas como o primeiro Território e Área Conservada por Comunidades Indígenas e Locais (Ticca) do Brasil . Esse título internacional é concedido a regiões que mantêm a conservação da natureza e asseguram o bem-estar de seu povo.
A preservação ambiental é importante para manter a biodiversidade, os ecossistemas e os recursos naturais. Além disso, a preservação ambiental pode contribuir para o desenvolvimento sustentável, que visa atender às necessidades do presente sem comprometer as necessidades das gerações futuras. As práticas ESG são importantes para garantir que as empresas sejam socialmente responsáveis, ambientalmente sustentáveis e financeiramente viáveis.
Na prática, as empresas podem adotar ações que promovam, fortaleçam e valorizem essas comunidades e tantas outras iniciativas que protejam o patrimônio cultural e ambiental nas localidades em que estão presentes. Visitas e vivências, incentivo a projetos locais de desenvolvimento e preservação, são alguns dos exemplos que empresas envolvidas na práticas de responsabilidade ambiental podem adotar para somar forças na agenda do desenvolvimento sustentável do país.
No Brasil, são mais de 3 mil comunidades quilombolas, e muitas da vezes, essas comunidades representam um dos únicos focos de resistência aos avanços de devastação dos biomas. Essas localidades são alvos de disputas e conflitos, e sub valorização das lideranças que lutam pela preservação do patrimônio histórico, cultural e ambiental. Mas essa luta não deve ser apenas local.
Esse diálogo, cada dia mais urgente, deve ser um compromisso das empresas engajadas na agenda de desenvolvimento sustentável, e representa uma ajuda importante na transformação do olhar quanto às ações necessárias e também ao comportamento de consumo das pessoas.
Na prática, as empresas podem adotar ações que promovam, fortaleçam e valorizem essas comunidades e tantas outras iniciativas que protejam o patrimônio cultural e ambiental nas localidades em que estão presentes. Visitas e vivências, incentivo a projetos locais de desenvolvimento e preservação, são alguns dos exemplos que empresas envolvidas na práticas de responsabilidade ambiental podem adotar para somar forças na agenda do desenvolvimento sustentável do país.
No Brasil, são mais de 3 mil comunidades quilombolas, e muitas da vezes, essas comunidades representam um dos únicos focos de resistência aos avanços de devastação dos biomas. Essas localidades são alvos de disputas e conflitos, e sub valorização das lideranças que lutam pela preservação do patrimônio histórico, cultural e ambiental. Mas essa luta não deve ser apenas local.
Esse diálogo, cada dia mais urgente, deve ser um compromisso das empresas engajadas na agenda de desenvolvimento sustentável, e representa uma ajuda importante na transformação do olhar quanto às ações necessárias e também ao comportamento de consumo das pessoas.








